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segunda-feira, 16 de março de 2009

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BailaBahia – Um grande evento para uma grande metrópole

Pela primeira vez no Brasil, um evento que irá abalar Salvador. Ritmo e dança em vários estilos unindo as principais academias. Bandas internacionais e toda a arte dos bailarinos brasileiros dando um show de estilo e beleza. O evento divulgará a a dança em vários lugares da cidade.
Workshops serão oferecidos no decorrer do dia e à noite no mesmo local das aulas, acontecerão bailes com música ao vivo. Cada dia uma banda e um estilo de dança diferente.
Faça parte do calendário mais quente do ano. Aprenda com quem sabe e exiba seu talento. Salvador é BailaBahia

O FESTIVAL



Obrigado pela visita. Nosso evento acontecerá em Salvador no mês de Agosto de 2010.
Como já está sendo divulgado, reuniremos profissionais em todas as expressões da dança em workshops e shows. Em um único movimento, disponibilizaremos Afro, Dança de salão, Dança do ventre , Tribal Fusion , Salsa, Zouk e outras.
Durante uma semana, alunos, iniciantes e simpatizantes da Arte terão oportunidade de participar de aulas com professores conceituados. No decorrer do Festival shows de músicos nas modalidades específicas farão bailes diários.
Garanta seu lugar neste grande elenco. Salvador é BailaBahia.

Para maiores informações:

GENCO PRODUÇÕES
bailabahia.team@gmail.com
bailabahia.team@hotmail.com
bailabahia.team@ymail.com



domingo, 8 de março de 2009

HISTÓRIA DE SALVADOR





RockYou FXText

Fundada em 29 de março de 1549, Salvador foi a primeira capital do Brasil, posição que manteve durante 214 anos (1549-1763).
Salvador é a capital do estado da Bahia, e também uma das cidades mais importantes do Nordeste. Ela está situada na entrada da Baía de Todos os Santos e sua Região Metropolitana abrange oito municípios, que somam um total de 2.618.432 habitantes em uma área de 324Km². Salvador ocupa a península que se projeta no sentido NORTE - SUL, fechando a baía pelo lado.
Dividida em Cidade Baixa, uma estreita planície litorânea que se estende ao longo do mar e se alarga na altura da península de Itapagipe, e Cidade Alta, uma escarpa de 60 a 80m de altura, que conduz à parte mais elevada do relevo, acidentado e cortado por vales profundos. A Cidade Baixa concentra-se principalmente nas atividades portuárias e comerciais, visando principalmente o mercado atacadista.
Nela encontram-se o famoso Mercado Modelo com dezenas de barracas que comercializam variados tipos de artesanato e a Feira de São Joaquim. A Cidade Alta é constituída por bairros residenciais, órgãos administrativos e comércio varejista, alem de praias, shoppings, cinemas, teatros etc...
O famoso Elevador Lacerda, um símbolo da cidade de Salvador foi construído em 1837 e ampliado em 1930, liga as cidades Alta e Baixa, além disso são também ligadas por ladeiras e modernas rampas. Ele realmente faz jus ao nome de cartão-postal de Salvador e, por sua localização parada obrigatória dos turistas, que desfrutam de uma estrutura arquitetônica belíssima.
Os centros arquitetônicos são belos atrativos para os turistas, tais como a Baixa dos Sapateiros, o Cais do Cairu, e o Pelourinho. O Pelourinho, considerado pela Unesco Patrimônio da Humanidade, é um pilar de pedra onde os escravos desobedientes eram amarrados para receber os castigos do Senhor. Com mais de 800 casarões dos séculos 17 e 18, é considerado hoje o centro histórico da cidade. Em suas vielas, ladeiras estreitas e praças,encontram-se museus, igrejas, bares, restaurante e diversas lojas de artesanato, roupas e antiguidades.Há quem conte que na cidade existam 365 igrejas, uma para cada dia do ano. As igrejas tiveram importante papel na povoação da cidade e na consolidação do Império Português, pois cada uma delas reunia um povoado fazendo assim com que, em 1887, já fossem registradas 79 matrizes.
Na cidade alta, ao fim da Praia do Porto da Barra, encontra-se a Fortaleza de Santo Antônio, conhecida como Farol da Barra, que foi construída em 1627 a mando do então Governador Francisco Nunes Marinho para a defesa contra os corsários. Um dos monumentos símbolos de Salvador, no seu interior foi instalado no seu interior o Museu Náutico da Bahia, e também funciona um bar/restaurante, de onde se tem uma privilegiada visão panorâmica de Salvador e um dos mais bonitos espetáculos do pôr do sol da Cidade. Há alguns metros desta Fortaleza, ainda na Praia da Barra, encontra-se a estátua do Cristo Redentor. Também na Praia do Farol da Barra é onde se inicia um dos dois circuitos do Carnaval Baiano (Circuito Osmar), que se estende por toda a orla da Praia da Barra até o final da orla da Praia de Ondina, proporcionando muita emoção e alegria aos foliões e turistas.
Por ser uma cidade histórica inigualável, Salvador é um dos principais centros turísticos do país. Abriga inúmeros museus e monumentos artísticos, dentre eles o Museu de Arte Sacra, Museu da Prata, Solar do Unhão, Convento da Lapa, também possuindo muitas igrejas como a Abadia de São Bento (séc. XVI), a Catedral e a Igreja do Desterro (séc. XVII) e as igrejas da Ordem Terceira de São Francisco e do Bonfim, ambas do séc. XVIII. Os monumentos históricos não acabam por aí, existem também os vários fortes costeiros espalhados pela cidade, dentre eles o de Santo Antônio da Barra (1536), Mont Serrat, São Marcelo e São Diogo, todos do séc. XVII.
Essa capital do Nordeste inebria os turistas que a visitam, com suas cidades praianas, com seus morros e cavernas, com suas quedas d´água, com sua mata atlântica, com o dengo do seu povo, e, principalmente com a grande hospitalidade que lhe é peculiar.

sábado, 7 de março de 2009

PREGUIÇA BAIANA


Preguiça baiana' é faceta do racismo.
A famosa 'malemolência' ou preguiça baiana, na verdade, não passa de
racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP.
A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro anos. A tese, defendida no
início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da
PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o
trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador
da Bahia vive em clima de 'festa eterna'
Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho.
'Quem se diverte é o turista', diz a antropóloga.
O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e
se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas,
que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os
negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.
**O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma
coincidência.*
* A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista.
A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite
portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às
suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço
(como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão????).Depois, se
espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da
década de 40.
Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos
foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de 'proteção' dos seus empregos.
Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi,
Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da
imagem. 'Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas
cidades industrializadas e urbanas.
A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o
Brasil', diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz:
'A fama não corresponde à realidade.Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo'.
Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento:
a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de
lazer permanente 'Só que Salvador é uma das principais capitais industriais
do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.'
O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo
industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em
cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.
Para tirar as conclusões acerca da origem do termo 'preguiça baiana', a
antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento
dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das
festas não interfere no comparecimento ao trabalho.
O feriado de carnaval na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos
de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é
feriado em todo o norte e nordeste (e não só na Bahia).
Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Pólo
Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz
**baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na
filial citada).
Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil).
Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados
'desocupados' (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por
shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros
durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em
todos os estados brasileiros.
A Bahia aparece em 13°lugar. Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7
anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico
da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos
naturais e campo para o mercado ainda não saturado.
O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o
estado e inflando a economia, sobretudo deSalvador, o que tem feito inflar
também o mercado financeiro (bancos,financeiras e empresas prestadoras de
serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria,
administradoras e lojas do terceiro setor).

Està na hora de acabar com este estereótipo de que o baiano é preguiçoso.
Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença consiste
na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para sair,
depois do expediente, para nos divertir com os amigos.


E TEM MAIS BAIANO NÃO NASCE.........ESTREIA

Elisete Zanlorenzi

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